05.28.09
Sem critérios mais uma vez. Até quando?
Não poderia deixar de falar no começo deste post que ontem, novamente, faltou critério para a arbitragem no jogo entre Inter x Coritiba. Onde os ártbitros querem chegar com suas malucas e cegas interpretações? A tão sonhada vaga para a próxima fase ou a garantia de um ou três pontos num jogo disputadíssimo não está mais a favor de um time e sim as interpretações do árbitro da partida. E o Inter poderá sofrer novamente na pele o que estou dizendo. O Grêmio este ano já sentiu contra o Atlético Mineiro.
O que mais tinha que acontecer para que Sálvio Espínola resolvesse expulsar algum jogador do Coxa ontem? Talvez, só ele tenha a resposta. Talvez se o zagueiro Felipe tivésse arrancado a perna do Nilmar ou alguma de suas costelas, poderia ser expulso. Carlinhos Paraíba literalmente agrediu Magrão e D’Alessandro o jogo inteiro e “conseguiu” levar um amarelo aos trinta do segundo tempo.
No mínimo dois penâltis não foram assinalados a favor do Internacional. Mão sem querer (bola na mão como diz a regra) os jogadores da defesa do Coxa colocaram duas vezes dentro da área. Mesmo que “sem querer”, a bola foi interceptada, sem chegar ao destino planejado. Isso é penâlti. D’Alessandro foi puxado dentro da área. Penâlti. O estádio inteiro viu. Menos o árbitro e seus auxiliares. Que aliás, nunca querem se comprometer com nada.
O pior é que tudo isto acontece e temos que ficar esperando a televisão nos mostrar e também mostrar para quem for competente para daí sim alguém tomar providências. Só assim mesmo para que os desatres provocados pela arbitragem sejam vistos por eles próprios. Isso não pode mais acontecer. Por exemplo: precisou a TV mostrar o pisão que o Nilmar levou covardemente de um jogador do Flamengo? O árbitro não viu. O Beira-Rio inteiro viu, menos ele e seus auxiliares.
E por falar em Nilmar, este ontem saiu lesionado devido a uma pancada sofrida ainda no primeiro tempo. Sinceramente, ninguém tira da minha cabeça que isto fez parte da estratégia do time treinado por Renê Simões. Ora, o Inter já estava sem Guiñazu e todos sabem que sem Taison ou Nilmar poderia ser mais fácil o Coritiba segurar um placar favorável. Então, logo tratou de tirar um desses atacantes. E se a devida expulsão viésse a acontecer pela falta que Felipe fez em Nilmar, um zagueiro para o jogo da volta seria mais fácil de treinador repor do que o Inter ter um jogador em seu elenco parecido com Nilmar ou Taison. Pronto! Missão cumprida. Nilmar sofreu duas faltas graves, a segunda o tirou do jogo no primeiro tempo e com certeza desfalcará o Inter não só na próxima partida (do Brasileiro) como poderá ficar de fora da Seleção.
Portanto, com tudo isto, não adianta proibir o torcedor, por exemplo, de tomar uma cervejinha (gente de bem, é claro e que está “pagando o pato”) nos estádios como medida para diminuir a violência, porque assim, quem incentiva e apóia isto, não são estes torcedores, que compram ingresso e pagam mensalidade e sim são os jogadores mal intencionados e árbitros, que não tem critério para punir atos anti-desportistas. Porque os juízes não dão entrevistas coletivas assim como os treinadores, dirigentes e alguns jogadores, para explicar erros e acertos? Pelo menos, poderia servir como um consolo para quem paga a conta, os torcedores.
Até mais…